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No verão, evite a intoxicação alimentar 13 de fevereiro de 2012

As pessoas ficam mais vulneráveis a ingestão de alimentos contaminados que causam as DTAs, Doenças Transmitidas por Alimentos no verão. As DTAs causam náuseas, enjôos, vômitos e diarréia. Mas, podem ter complicações mais sérias em algumas pessoas, como desidratação, internação e até morte.

Mantenha seus alimentos limpos e refrigerados: Não deixe os alimentos fora da geladeira por muito tempo. Alguns devem ser mantidos em recipientes fechados. Se o produto ficar em temperatura inadequada logo ele estraga. Quando for viajar, leve-os em bolsas térmicas ou caixas de isopor. Vale lembrar que alimentos como frutas, legumes e verduras devem ser sempre devidamente higienizados e esterilizados.

Cuidado na hora de comprar produtos de geladeira: Muitas vezes, o supermercado expõe um produto deixando-o no freezer aberto ou não se preocupa em ajustar a temperatura da máquina de maneira correta. O consumidor então deve ficar atento e observar se não há poças de água no aparelho e se o alimento não esta com gotículas de água ao seu redor. Estas duas situações indicam que o freezer está desregulado.

Opte por alimentos práticos e saudáveis na praia: Quando for à praia prefira levar frutas frescas, secas e biscoito. São alimentos que não precisam de muita refrigeração e resistem melhor ao calor. Embale as frutas para evitar contaminação e não deixe que elas fiquem expostas ao sol. As ricas em água, como abacaxi, melancia e uva, ajudam evitar a desidratação.

Leve seus alimentos: A melhor opção é sempre levar seus próprios alimentos para a praia, piscina ou parque. Prepare comidas e lanches mais saudáveis, como sanduíche com pão integral e sem maionese ou saladas de frutas. Leve-os em recipientes bem fechados e guarde-os em caixas de isopor para manter a temperatura.

Barraquinhas de praia: Caso não seja possível levar seu alimento de casa e tiver que comprá-los na praia tome algumas precauções. Em primeiro lugar, observe o ambiente e os funcionários. Repare se os cabelos estão presos, se há higiene em seus aventais, assim como nas panelas e recipientes e se o funcionário que recebe o pagamento é o mesmo que lida com os alimentos. Evite também comprar nos lugares que usam os mesmos utensílios para alimentos crus e cozidos, pois as bactérias presentes no cru podem contaminar o outro.

Reconheça a contaminação: Quando for almoçar em um restaurante observe a organização do estabelecimento, pois a contaminação pode ser física, química e biológica. Quando física, as impurezas são visíveis no prato (cabelo, pedras); biológica quando causada por fungos, bactérias e vermes; ou ainda química devido a produtos de limpeza, inseticidas. Neste último caso, basta o produto químico ficar perto do alimento que seu odor é transmitido e o alimento torna-se impróprio para consumo.

No restaurante self-service: Atenção redobrada no self-service. Como muitas pessoas passam por ali, a contaminação de alimentos tende a ser maior. Os alimentos devem ser bem protegidos para que as bactérias levada da rua, pelas pessoas, não sejam transmitidas. Evite maionese, pois estraga facilmente no verão, assim como alimentos muito gordurosos.

Bebidas: Quando comprar garrafa de água, suco ou refrigerante observe se o lacre de segurança não está violado e veja a data de validade. Nunca tome água de torneira, pois caso esteja contaminada, ela pode gerar episódios de diarréia. Bebidas a base de leite e frutas devem ser bem conservadas e refrigeradas. Procure não exagerar para não correr riscos, principalmente, se estiver na praia.

Fonte: http://www.portaldepaulinia.com.br/saude/alimentacao/14347-no-verao-evite-a-intoxicacao-alimentar.html

Técnica reduz custo de produção de conservante natural 26 de janeiro de 2012

O Brasil depende de importações para utilizar a nisina, um peptídeo antimicrobiano empregado como bioconservante natural de alimentos. Para facilitar sua aplicação em grande escala, pesquisa da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) desenvolveu um processo de produção da nisina em biorreator a partir da bactéria Lactococcus lactis subsp. lactis ATCC 11454. A técnica utiliza leite desnatado bovino comum, o que permite reduzir os custos de obtenção do peptídeo.

A nisina inibe a germinação de esporos e o desenvolvimento de bactérias Gram-positivas e Gram-negativas (na presença de agentes quelantes), sendo utilizada principalmente em laticínios. “Ela possui as características ideais para um aditivo alimentício, pois não tem efeito sobre a microbiota normal do intestino, é atóxica, não afeta a cor e o sabor dos alimentos e apresenta estabilidade térmica à temperatura de esterilização”, diz a química Luciana Juncioni de Arauz, que realizou a pesquisa. “A nisina pode minimizar a aplicação de conservantes químicos, dando mais qualidade nutricional aos produtos consumidos.”

A pesquisa buscou viabilizar economicamente a produção em larga escala da nisina, obtida por processo fermentativo. “O leite desnatado pode ser obtido no comércio local”, aponta a química. As bactérias ácido lácticas (comoLactococcus lactis) são fastidiosas e exigem meios de cultivos complexos para crescimento e produção de bacteriocinas como a nisina. “Geralmente, os meios de cultura comercialmente utilizados são o Caldo MRS e o Caldo M17, porém ambos possuem custos elevados.”

O leite desnatado diluído constituiu meio apropriado para crescimento celular e produção de nisina por Lactococcus lactis. “O tempo de cultivo das células dessa bactéria pode ser de 16 horas, visto que corresponde as maiores concentrações de nisina”, destaca Luciana. O fator de diluição no leite desnatado foi capaz de diminuir as concentrações de compostos em excesso no meio, promovendo maior produção de nisina. “Isto é importante para reduzir custos e facilitar processos de purificação posteriores, já que os nutrientes foram reduzidos, e também permite que o leite possa substituir meios comerciais padrões de cultivo.”

Fonte: http://www.usp.br/agen/?p=77643

Criar produtos para atender necessidades específicas é um dos nichos a ser explorado por engenheiros de alimentos 24 de janeiro de 2012

Um desafio gigantesco preocupa autoridades de todo o mundo: produzir, processar e distribuir alimentos para os 7 bilhões de habitantes do planeta, com perspectiva de chegar a 9 bilhões até 2050. Além disso, um dado alarmante vem da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês): 925 milhões de pessoas ainda são assoladas pelo drama da fome.

O engenheiro de alimentos é um dos profissionais envolvidos nessa batalha, pois atua em todas as etapas da industrialização de alimentos e bebidas, desde a seleção da matéria-prima até o controle de qualidade final. Segundo o professor Carlos Prentice-Hernández, coordenador da graduação em Engenharia de Alimentos da Universidade Federal do Rio Grande (Furg), o grande problema da falta de comida está relacionado à distribuição, e não à produção. Mesmo assim, ele acredita que o incremento da produtividade nas indústrias, com a ajuda do engenheiro, pode melhorar o panorama.

— Com a mesma quantidade de matérias-primas, precisamos aumentar a produção, respeitando a qualidade. Para isso, teremos de reduzir o número de resíduos e excedentes — aponta.

Evitar desperdícios é uma das atribuições

Coordenador do curso da Universidade de Passo Fundo (UPF), Christian Oliveira Reinehr concorda que o desperdício durante o processo industrial é um dos fatores a serem combatidos. Propor a utilização de matérias-primas alternativas, como o soro de leite ou a biomassa de microalgas, também é tarefa do profissional da área, explica o professor.

— Cabe ainda ao engenheiro de alimentos estudar os componentes presentes nos diversos alimentos in natura ou processados e as embalagens, com o objetivo de manter as características nutricionais dos alimentos por um período maior — acrescenta Luciani Tatsch Piemolini-Barreto, coordenadora do curso de Engenharia de Alimentos da Universidade de Caxias do Sul (UCS).

Cálculos e mais cálculos

Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a graduação em Engenharia de Alimentos foca bastante em matemática, química e física nos dois primeiros anos. O aluno interessado deve gostar de passar horas debruçado sobre cálculos.

No decorrer dos 10 semestres, o estudante vai deparar com disciplinas de tratamento térmico, processos de embalagem e de secagem, controle de qualidade, processamento de alimentos, entre outras. No final, terá de fazer estágio obrigatório e trabalho de conclusão.

— Temos um bom programa de iniciação científica, e os estudantes podem obter ainda bolsas de monitoria — indica Florencia Cladera Olivera, coordenadora do curso da UFRGS.


 

 

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Fonte: http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/bem-estar/19,0,3635236,Criar-produtos-para-atender-necessidades-especificas-e-um-dos-nichos-a-ser-explorado-por-engenheiros-de-alimentos.html

BRASIL PODE SE TORNAR LÍDER MUNDIAL NA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS, DIZEM ESPECIALISTAS 19 de janeiro de 2012

A Agência da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) afirma que pode faltar alimento no mundo em 2050, a menos que a produção de grãos aumente em um bilhão de toneladas e a de carne em 200 milhões de toneladas. Especialistas apontam que o Brasil tem potencial para suprir parte da demanda e, caso amplie os investimentos em áreas estratégicas, poderá se tornar líder na produção mundial de alimentos. A estimativa do governo federal é de crescimento de 23% na produção de grãos e 26% na de carnes no país até 2050.
Em 2011, o mundo alcançou sete bilhões de habitantes. Até 2050, a estimativa é chegar a nove bilhões. De acordo com o economista Newton Marques, a falta de uma política concreta de preços mínimos é um dos entraves para o crescimento da produção.

- É preciso ter uma política que leve em conta a questão dos estoques reguladores. Sai muito caro para o governo fazer estoques e mais caro para a sociedade, se não fizer – explica.

O sociólogo Sérgio Sauer lembra ainda que a alta na produção depende de um melhor aproveitamento das terras disponíveis.

- O Brasil tem uma extensão enorme e metade das terras é usada para a pecuária, com nível baixo de utilização ou de produtividade. Seria fundamental repensar a pecuária como atividade e a liberação de parte destas terras para a produção de alimentos – diz.

Fonte: http://www.revista-fi.com/noticias_ler.php?id_noticia=965

Agrotóxico: os 10 alimentos mais perigosos 13 de janeiro de 2012

Um estudo divulgado esse ano pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) colocou esses alimentos entre os mais perigosos para o consumo, por terem grande chance de sofrer contaminação excessiva ou uso errôneo de agrotóxicos. Aqui está, em ordem do mais perigoso para o menos, a lista dos top 10: pimentão (80,0%)uva (56,40%)pepino (54,80%)morango (50,80%)couve (44,20%)abacaxi (44,10%)mamão (38,80%)alface (38,40%)tomate (32,60%) beterraba (32,00%).

Da ANVISA, sobre os resultados do relatório:

…chama a atenção a grande quantidade de amostras de pepino e pimentão contaminadas com endossulfan, de cebola e cenoura contaminados com acefato e pimentão, tomate, alface e cebola contaminados com metamidofós. Além de serem proibidas em vários países do mundo, essas três substâncias já começaram a ser reavaliadas pela Anvisa e tiveram indicação de banimento do Brasil. De acordo com Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, “são ingredientes ativos com elevado grau de toxicidade aguda comprovada e que causam problemas neurológicos, reprodutivos, de desregulação hormonal e até câncer”. (grifo nosso)

A tabela mostra os resultados da pesquisa, que analisou amostras de 20 tipos de vegetais. Em 15 delas, encontrou agrotóxicos usados de forma irregular. A 1ª coluna mostra o número de amostras analisadas por alimento. Em seguida, na coluna ‘Não autorizados para cultura’, aparece o número absoluto e percentual das amostras onde aparece o uso irregular de agrotóxicos. No mesmo formato, a 3ª coluna ‘Acima do limite máximo de resíduo’ destaca as amostras que continham quantidades de agrotóxicos permitidos, mas além dos limites seguros. A 4ª coluna mostra a intersecção das amostras que se encaixam nas duas categorias. E, finalmente, a última coluna, mostra a chance de contaminação do alimento de acordo com a soma das modalidades anteriores. Os 5 alimentos que têm chance de contaminação abaixo de 10% estão marcados em verde água (de novo, o colorido é nosso). É um panorama nada animador, pois essa lista contém boa parte dos vegetais que, até mesmo por razões de saúde, somos incentivados a consumir.

A alternativa eficaz para evitar pesticidas é consumir orgânicos. Mas nem sempre isso é possível – já que esses vegetais costumam ser mais caros e não são encontrados em quantidade suficiente em todas as cidades. Por isso, uma solução intermediária é tentar eliminar os resíduos de agrotóxicos, quando possível. A nutricionista Cláudia Cardim, coordenadora do curso de nutrição da Universidade Veiga de Almeida, no Rio de Janeiro, dá as dicas para isso.

  • No caso de alimentos de origem animal (que podem ter sido contaminados pelos agrotóxicos pela água ou pela comida), retire a gordura aparente, pois algumas dessas substâncias são armazenadas no tecido gorduroso
  • Lave frutas e verduras em água corrente por pelo menos um minuto, esfregando com uma esponja ou escova
  • Tire as folhas externas das verduras e descasque as frutas, pois essas partes concentram mais agrotóxico
  • Diversifique os vegetais consumidos no dia a dia, pois isso reduz a ingestão de quantidades maiores de um mesmo agrotóxico
  • Como alguns pesticidas podem ser utilizados na fase final da maturação do alimento, reduza o risco comprando frutas e legumes mais verdes, e espere alguns dias antes de consumi-los.

    Tabela Agrotóxicos ANVISA

Tabela Agrotóxicos ANVISA (Ampliar)

Fonte: http://ambientalsustentavel.org/2011/agrotoxico-os-10-alimentos-mais-perigosos/

Ministério amplia redução de sódio em alimentos 16 de dezembro de 2011

O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta terça-feira, dia 13  de dezembro, a redução gradual dos nível de sódio em alguns alimentos que são produzidos e industrializados. O documento estabelece a redução gradual de 16 alimentos que tem como consumidor principal as crianças e os jovens, como bolachas e salgadinhos.

Com a nova determinação, sete categorias de alimentos deveram reduzir o nível de sódio em sua composição. São eles: o pão francês, bolos prontos, misturas para bolo, batata palha, batata frita, maionese e biscoitos (doces e salgados). A redução deverá ser informada no rótulo dos produtos e na tabela nutricional. Assim, a indústria e o Ministério da saúde poderão controlar os níveis do composto e ainda enviar o produto para análise.

As maiores reduções serão feitas nos biscoitos doces recheados, bolos e misturas cremosas para bolo, que deverão cair para 44% do que é hoje. A menor redução será no pão francês, de 2,5% até 2014.

As metas devem ser cumpridas pelo setor produtivo até 2014 e aprofundadas até 2016. O consumo excessivo de sódio está ligado ao aumento da pressão arterial e também na retenção de líquidos que ocasionam o inchaço.

 

 

Notícia retirada do Jornal do Comércio do dia 14 de dezembro de 2011.

 

 

Venda de Alimentos ganha espaço na internet 7 de dezembro de 2011

Segundo dados da Abras (Associação Brasileira de Supermercados), só em 2010, as vendas dos supermercados pela internet somaram cerca de R$ 1,6 bilhão, mas representam apenas 0,8% do faturamento total do setor. A modalidade perde até para as vendas de telefones, que respondeu por 3% das vendas.

A rede de supermercados Walmart vem estruturando um plano para lançar o serviço de vendas pela internet em todos os Estados onde atua. A expectativa do setor é que eles comecem a operação delivery em São Paulo no ano que vem.

Atualmente o Walmart faz entrega em domicílio em Curitiba e em Porto Alegre, através das bandeiras Mercadorama e Nacional. As operações já existiam quando o Walmart comprou as redes do grupo Sonae, em 2005. O interesse, porém, só surgiu no ano de 2010, quando o ritmo das vendas online acelerou. O Walmart não divulga o faturamento do segmento, mas diz que deve crescer 90% em 2011.

Já no Estado de São Paulo, os supermercados Sonda e Pão de Açúcar já atuam neste segmento. O Grupo Pão de Açúcar acabou de investir R$ 5 milhões para ampliar sua capacidade de processamento de 1 mil para 10 mil pedidos por dia. Para entregar mais encomendas, a empresa também automatizou parte do processo de separação e embalamento de produtos, devendo resultar em um aumento de 30% nas vendas até dezembro.

O supermercado também tem interesse em triplicar suas vendas pela internet em 2012. A operação atual ainda é limitada pelo espaço do centro de distribuição, que será ampliado. A área de delivery existe desde 2004, mas só ganhou o status de unidade de negócios em 2010. Além do crescimento de cerca de 40% ao ano, a operação online chamou a atenção porque o gasto médio do consumidor é cinco vezes maior do que o valor apresentado nas lojas.

Para Juracy Parente, consultor do Centro de Excelência em Varejo da FGV-S, a pontualidade da entrega e a seleção dos produtos são essenciais, uma vez que os consumidores internautas são mais exigentes, mas tendem a ser mais fiéis.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/varejo-de-alimentos-busca-lugar-na-internet?page=2&slug_name=varejo-de-alimentos-busca-lugar-na-internet

Esterilização da casca do ovo 7 de dezembro de 2011

Na Espanha, foi desenvolvida uma nova tecnologia para esterilizar a casca do ovo. Esta pesquisa é financiada pela União Europeia e irá prevenir doenças transmitidas por alimentos, e que praticamente elimina todas as bactérias presentes na superfície do ovo. O tratamento com plasma visa eliminar as salmonelas da superfície do ovo.

O líder do projeto, o Sr. Yago Yáñez diz que o trabalho é para esterilizar os ovos usando plasma à pressão atmosférica, combatendo as bactérias das cascas de ovos. Ele explica que este novo projeto de higienizar os ovos é uma técnica espetacular, na qual os ovos são introduzidos em uma atmosfera de gás inerte usando um plasma de alta tensão que é criado em torno dele: para gerar o plasma com 30 kilowatts .

“Plasma tem vários efeitos, os dois mais importantes são, por um lado a emissão ultravioleta e partículas ionizadas e em segundo lugar também causar a morte de microorganismos patógenos”, diz o líder do projeto.
 
Há outras maneiras de esterilizar os ovos, como banhos químicos, mas, aparentemente, o plasma é muito mais vantajoso. “Na Europa, os banhos químicos são proibidos porque favorecem a contaminação interna dos ovos. No caso da radiação gama, o tratamento é aprovado, mas não é muito popular entre os consumidores. Por esta razão, a indústria de processamento de ovos exige novas soluções para desinfetar “, diz James Alvarez, chefe do Centre de Recerca i Investigación deCatalunya, S.A.

Este novo protótipo é capaz de matar 99,5% das bactérias. Apesar de ainda ser aperfeiçoado, os próximos avanços permitirão a implementação desta tecnologia no setor de produção de ovos, como explica Yago Yañez.

A grande vantagem de usar um sistema de esterilização é a imagem de um ovo mais seguro, uma vez que o consumo de um ovo esterilizado dificulta a possibilidade de contrair uma doença alimentar. Além do fato de que este ovo teria uma vida de prateleira maior, já que há menos contaminação por bactérias.

Fonte: http://www.industriaalimenticia.com/Articles/Vitrina_Informativa/BNP_GUID_9-5-2006_A_10000000000001127518

Desenvolvimento de novas técnicas de embalagem para alimentos na Espanha 7 de dezembro de 2011

Métodos como pasteurização, esterilização ou embalagem a vácuo são técnicas constantemente utilizadas para conservar os alimentos, porém, estes métodos podem modificar as propriedades originais dos alimentos e ocasionar variações no sabor.

Neste sentido, o centro tecnológico Basco AZTI Tecnalia desenvolveu um sistema inovador de embalagem que consiste em colocar o produto em um filme plástico e aplicar uma pressão de 5 milibares. Com isso, se mantem a qualidade natural do produto e elimina se apenas as bactérias contaminantes.

O projeto surgiu há dois anos quando os responsáveis ​​pela pesquisa entraram em contato com a empresa Sealedair Cryovac, a qual forneceu uma máquina de embalagem que otimiza os processos de manutenção com uma apresentação estética inovadora e maior durabilidade, informa elmundo.es.

“Os métodos convencionais não oferecem um nível tão elevado de conservação de alimentos. Por isso, decidimos implementar essa máquina que consegue melhorar a qualidade de conservação respeitando as propriedades naturais do produto “, disse Sofia Roca, gerente de projeto de pesquisa em AZTI Tecnalia.

Desta forma, irá se prolongar a vida útil de diversos produtos, mantendo o seu aroma ideal, textura e propriedades naturais.

Fonte: http://www.industriaalimenticia.com/Articles/LINEA_DIRECTA_CON_LA_INDUSTRIA/BNP_GUID_9-5-2006_A_10000000000001127526

Glicose é alternativa para produção de polímeros 7 de dezembro de 2011

Produção recebeu prêmio Thomas Alva Edison Patent 2011, nos Estados Unidos

Uma pesquisa sobre a produção de polímeros epóxi de fontes renováveis, como a glicose, poderá contribuir para a criação de produtos que possam, no futuro, substituir os derivados de petróleo. O trabalho, realizado no New Jersey Institute of Technology (NJIT), dos Estados Unidos, contou com a participação do professor Luiz Henrique Catalani, do Instituto de Química (IQ) da USP, e dos pesquisadores do NJIT, Michael Jaffe, Antony East e Yi Zhang.

O bisfenol A (BPA) é um composto usado na fabricação de polímeros utilizados em embalagens plásticas de alimentos, em mamadeiras e no revestimento interno de latas. O uso do BPA é proibido em diversos países, pois há estudos mostrando que o composto age no organismo como o hormônio estrogênio, podendo causar diversos problemas de saúde, como câncer, além de alterações nas funções endócrinas.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou que, a partir de janeiro de 2012, fica proibido o uso de BPA na fabricação de mamadeiras, pois os bebês seriam os mais afetados pela ação do bisfenol A no organismo. Como as moléculas de BPA são instáveis, sob aquecimento do material, haveria a possibilidade de uma maior liberação da substância.

A pesquisa, intitulada Polímeros de epóxi termofixos de recursos renováveis (Patente dos EUA 7.619.056), foi agraciada com o prêmio Thomas Alva Edison Patent 2011, nos Estados Unidos, na categoria Química de Produtos Renováveis. A patente pertence às duas instituições, USP e NJIT.

Fonte: http://dbiotec.blogspot.com/2011/11/glicose-e-alternativa-para-producao-de.html

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